segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Experiência de Leitura


 

Sempre fui observadora e curiosa, alguns parentes achavam que eu seria investigadora de polícia quando adulta. Foi com os livros de Aghata Christie que eu despertei para o prazer da leitura. Foi algo tão intenso que realmente "mexeu" comigo, acionou todos os mecanismos da minha imaginação para tentar desvendar os crimes misteriosos principalmente a leitura do livro “O caso dos dez negrinhos”. A história começa quando dez pessoas são convidadas a ir para a deserta Ilha do Negro por motivos diferentes. Lá descobrem que além de não se conhecerem nem ao seu hospedeiro, todas são acusadas de terem praticado um homicídio no passado. Como não conseguem sair da ilha, e diante de uma nova morte a cada momento, a tensão, o medo, a suspeita e as acusações mútuas vão ficando cada vez mais comuns. Mas todos querem descobrir o verdadeiro assassino antes que seja tarde demais. Para cada pessoa que morre, a estátua de um negrinho que está em cima da mesa de jantar desaparece. E cada morte parece estar relacionada a uma velha historia infantil em versos que aparecem gravadas em mármore nos quartos.

Comigo funcionou dessa forma, essa leitura conseguiu mobilizar minha atenção e me deixar curiosa e ansiosa para chegar ao fim do suspense e solucionar o mistério.

Tive outras experiências, mas esta em particular, comparada pela minha admiração com que alguns quadros que me emocionam de maneira intensa como o “Lago das Ninféias” de Monet ou “A Noite Estrelada” de Van Gogh, são emoções de diferentes maneiras, despertadas por abordagens diferentes, mas que contém o despertar mágico e prazeroso pelo belo. Isso demonstra mais uma vez a importância e responsabilidade de um educador.

 

Um comentário:

  1. Também sempre adorei ler livros de Aghata Christie. Um dos que mais gostei foi "A casa Torta" em que o assassino era uma garotinha psicopata.

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