Sempre
fui observadora e curiosa, alguns parentes achavam que eu seria investigadora
de polícia quando adulta. Foi com os livros de Aghata Christie que eu despertei
para o prazer da leitura. Foi algo tão intenso que realmente "mexeu"
comigo, acionou todos os mecanismos da minha imaginação para tentar desvendar
os crimes misteriosos principalmente a leitura do livro “O caso dos dez
negrinhos”. A história começa quando dez pessoas são convidadas a ir para a
deserta Ilha do Negro por motivos diferentes. Lá descobrem que além de não se
conhecerem nem ao seu hospedeiro, todas são acusadas de terem praticado um
homicídio no passado. Como não conseguem sair da ilha, e diante de uma nova
morte a cada momento, a tensão, o medo, a suspeita e as acusações mútuas vão
ficando cada vez mais comuns. Mas todos querem descobrir o verdadeiro assassino
antes que seja tarde demais. Para cada pessoa que morre, a estátua de um
negrinho que está em cima da mesa de jantar desaparece. E cada morte parece
estar relacionada a uma velha historia infantil em versos que aparecem gravadas
em mármore nos quartos.
Comigo
funcionou dessa forma, essa leitura conseguiu mobilizar minha atenção e me
deixar curiosa e ansiosa para chegar ao fim do suspense e solucionar o
mistério.
Tive
outras experiências, mas esta em particular, comparada pela minha admiração com
que alguns quadros que me emocionam de maneira intensa como o “Lago das
Ninféias” de Monet ou “A Noite Estrelada” de Van Gogh, são emoções de diferentes
maneiras, despertadas por abordagens diferentes, mas que contém o despertar
mágico e prazeroso pelo belo. Isso demonstra mais uma vez a importância e
responsabilidade de um educador.
Também sempre adorei ler livros de Aghata Christie. Um dos que mais gostei foi "A casa Torta" em que o assassino era uma garotinha psicopata.
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